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| Centro de Recepção de Animais Silvestres "Orlando Villas Boas" | ||||
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O C.R.A.S. do Parque Ecológico do Tietê recebe animais silvestres oriundos de apreensões do tráfico ilegal de animais silvestres realizados pela Polícia Florestal, IBAMA e também pela doação de particulares. |
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Fachada do Centro de Recepção de Animais Silvestres "Orlando Villas Boas" |
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A unidade Engenheiro Goulart abriga também o primeiro centro de recuperação de animais silvestres instalado no país, que recebe animais doados ou apreendidos pela Polícia Florestal e pelo Ibama. Muitos desses animais apresentam ferimentos, às vezes irreversíveis, por agressões sofridas no convívio com o ser humano ou por maltratos nas mãos de traficantes de animais. Alguns macacos, por exemplo, apresentam os dentes serrados para impedir mordidas; pássaros têm olhos perfurados ou queimados por bitucas de cigarro com o objetivo de ficarem mais dóceis e cantarem; e aves de rapina têm suas garras arrancadas para não agredirem fisicamente o homem. |
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Em média 250 animais chegam ao parque mensalmente. São aves como araras, tucanos, papagaios, periquitos, pássaros pretos, coleirinhas e canários da terra. O répteis mais comuns são lagartos e jabutis e mamíferos: saguis, macacos-prego, quatis, gambás, antas e catetos. Ao chegarem ao Parque, os animais passam por uma avaliação realizada pela equipe técnica, composta por biólogos e veterinários, realizam exames clínicos e parasitológicos, recebem o tratamento necessário e alimentação adequada, e após um período de recuperação, realizado em viveiros e áreas de procriação são destinados a programas de soltura e repovoamento. Muitos animais, no entanto, não se adaptam mais à vida em liberdade e estão condenados a viverem isolados pelo resto da
vida |
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Fonte
principal: http://www.daee.sp.gov.br |
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Designer
- Anacleto B. Pereira |